Non Sense

Olavo Campos

Usufruto do acaso, jogo, escrevo, leio e vejo, ouço e penso. Julgo, creio e crio. Olho, choro e rio. Mas não falo, quero falar… como? com quem? Com ninguém! falo sozinho com o ego que me ouve e entende. Que escuto  e respeito. Maquina fria, cabeça quente: Tô online!

A morte da bezerra não é assunto tão interessante quanto a celebração que se faz de suas carnes. A vaca profana é a única que prantearia sua partida. Caso fosse menos profana, quiçá menos vaca! E baba e sendo vaca, rumina.

Rumina falas, pensamentos… foi certo o destino do tapa? Se não foi, encontrou de toda forma endereço provisório na minha cara, seria rosto se não fosse vaca, então, é cara mesmo.

Tapa, tapão, tapasso, porrada mesmo! Que me fez ridículo e inseguro, sem muito equivoco de imediato.

Dúvida, dúvida, dúvida… Cadê meu sal? Meu farelo com capim e melado?

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