Fio

Olavo Campos

Recebe na face o tapa ao vento
A fúria lhe toma e eleva o leito
Respira fugaz o ar que lhe escapa ao peito
Sai fugido, em fuga busca o alento
Na noite afoita a cura do frio
que faz da mente loucura e dos olhos um rio
que corre, escorre e maltrata
como a lâmina que fere e depois mata.

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