Sua Benção

 

O meu ventre matreiro vem lhe pedir permissão
Para se tornar mensageiro da força da emoção
Que voa embriagada
Depois de quatro cervejas
Que abrem os olhos da cega
Angústia que lhe corrói
O peito interessado
Nas noites de belo agrado
Que parecem nunca existir
E chega inesperada
Causando furor culposo
Na vida de um duvidoso
Romance que se espalha
Nas bocas que nada vêem
Nos olhos que nada escutam
No peito que triste se cala.
Mas chega maliciosa
Enchendo de terra e poeira
A vista imaculada
De alma que quase do nada
Me xinga e me diz besteira
Me tira sarro da cara
Me põe no abismo, à beira.

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