Intimidades

Me imaginar no alto, pleno, é coisa quase ininteligível. É
terrível quando tudo o que se busca é um meio de ficar bem com alguém e acabar
tendo que se contentar com o “deixa pra lá”. Priorizar um amor problemático,
carente de dias melhores, mais emocionantes e ouvir que é necessário se
preocupar com o mundo… círculos sociais e outras coisitas mais. Me pergunto
se as "torres constrangedoras" das quais me joguei eram altas demais, sem um
suporte forte o suficiente para me apoiar ao chegar no solo… esperar o abraço
e encontrar o coice. 

“Não temas pois não temerei”… balela! Toda a coragem e
força que me foram necessárias para encarar a rejeição e suporta-la por tanto
tempo para no final receber a "perda da intimidade" por recompensa… Depois te
tanto tempo, sentir que tudo mudou, que eu, principalmente, mudei. Que a
poesia, o carinho, a vontade de agradar é a todo tempo suprimida pela certeza
do julgamento, pela certeza de me sentir sozinho mesmo quando acompanhado.

 Algo precisa mudar, muita coisa precisa mudar e praticamente
tudo precisa mudar.

 Preciso de você mas não te acho…

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