Revolta

A todo o meu torpor serei atento
Antes que o desmazelo aumente um tanto
Pois mesmo tomado pelo desencanto
Sobre sempre espaço ao desalento.

Quero enforcar em cada vão momento
Esta ilusão que me toma com espanto
E guilhotinar o riso, e fuzilar meu canto
E aceitar enfim tal descontento

E então, quando mais tarde me masturbe
Quem sabe com a direita, do braço que me agride,
Que sabe à esquerda do seio em que mamo
Possa outro pegar a herpes que eu tive
e passaei pra vagina que outro mama,
E que nehuma mandinga essa chaga jamais cure.

Ps.: Coisas de poeta dado a xingamentos revoltosos e semiplágios…

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